Nasci. Olhei. Senti. Chorei. Ri. Engatinhei. Descobri. Andei. Ouvi. Falei. Corri. Dancei. Aprendi. Ensinei. Conheci. Amei. Sofri. Superei. Envelheci. Trabalhei. Retribuí Casei. Cresci. Criei. Dormi...Vivi.
domingo, 10 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Foi
Se via perdido, e doía-lhe o peito. Não conseguia ver muito bem, mas sabia que algo havia mudado. Estava pesado como chumbo, entretanto não sentia-se preso a um chão. Tenta se levantar, mas não sabia como ou onde se apoiar.
Não havia vento, sol, frio ou calor. Não sabia se estava sozinho ou se havia algum caminho a seguir. A única coisa que queria descobrir era como foi parar ali.
Começa a se lembrar. Uma garrafa de vinho, um maço de cigarro, sua cama ensanguentada e segurava uma faca. Esta foi a noite anterior.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
My truth
This time I can't forget
Even you pretending I weren't there
You was my only friend
My security place and I don't understand
I didn't do anything
I really believed you was with me
My home was with you
The only one who listen what I need to
I miss you and your truth
I miss what you used to tell me
I miss your house and everything
We've lived there and when we were thirteen
You were my only friend
I could tell you what I've pretend
My hole life I did what
You helped me and then I forgot
I miss you and your truth
I can't do anything 'cause you don't miss me too
xoxo Thai Sudano
Even you pretending I weren't there
You was my only friend
My security place and I don't understand
I didn't do anything
I really believed you was with me
My home was with you
The only one who listen what I need to
I miss you and your truth
I miss what you used to tell me
I miss your house and everything
We've lived there and when we were thirteen
You were my only friend
I could tell you what I've pretend
My hole life I did what
You helped me and then I forgot
I miss you and your truth
I can't do anything 'cause you don't miss me too
xoxo Thai Sudano
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Respostas à procurar
Sorrisos, gargalhadas, carinhos, demonstram algo que à tempos nem sei. Me perco na multidão, me vejo solitário no meio de tantos à minha volta que nem sonham que alguém como eu sobrevive por entre suas vidas tão remotas.
Vou e volto, sangrando por dentro, perdida em um centro de emoções inigualáveis e indiscritíveis. Ouço, sinto, vejo, mas não chego perto de entender o que estão pensando ou ao menos o que eu devo fazer agora.
Me pergunto então, em meio a tanta confusão, o que realmente estamos à procura? O que especificamente eu devo fazer ou procurar? Não tente encontrar a resposta, nunca a terá.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Well, I think it's easy to understand, and that is not some other try. I'm gonna show you how to drive, drive alone your own life. Believe in this, I swear it's true, there is anybody to help you go through. You need to learn about living real, 'cause the bad calls you and seems to be a wonderful feel. It's always near and always there. You just need to beware.
Caring feelings. Think about.
xoxo Thai Sudano
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Resumindo? Tenho medo da solidão, me envolvo com muitas pessoas, não tenho certeza sobre o que sinto por nenhuma, acabo não me comprometendo com nenhuma. Me sinto vazia, excrota e sempre termino sozinha escrevendo com meu cigarro e conhaque ao lado, ou apenas um remédio, sem encontrar uma solução. No dia seguinte tudo volta ao normal, e continuo a mesma. Creio ser a nova encarnação de Charles Bukowski, muito prazer.
Sessão terapêutica online.
xoxo Thai Sudano
domingo, 29 de agosto de 2010
Calabouços inventados
Acorda meio tonto, com uma dor indescritível percorrendo suas juntas. Sente-se cansado e não lembra onde está. Olha em volta, tudo se mantém embaçado. Seus braços e pernas não podem se mecher, sente-se preso por algum tipo de corrente.
Aos poucos reconhece paredes, pensa estar pendurado em uma delas, vê grades na janela, parece um calabouço bem iluminado. Mas não.
Está suando, começa a ficar nervoso, tenta se soltar. Seu corpo começa a tremer, um barulho alucinante mantém um certo rítmo, que aos poucos fica mais rápido. Vai perdendo o controle de seu corpo, repara algo em sua veia, olha para cima, um fio vai até ele.
Alguém entra na sala.
-Está na hora do remédio.
-Ok. Me traí. Não sei quanto isso vai durar. Mas agora lerão em inglês e português.
xoxo Thai Sudano
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