domingo, 9 de janeiro de 2011

You know

I can't be with you, I can't touch you, I can't be at the same place, I can't even see you. You don't know the half of my pain, the half of my dreams with you. If only I could go back everything would be different, but saying that I'm just remembering that it's not the first time. I always left to the last minute, I always think that you are gonna wait for me. That was always my mistake, and now you are with her, pretending nothing ever happened between us. Nothing ever was that beautiful.












http://tumblr.com/thaisudano

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Mente peculiar

Uma taberna escura, somente iluminada por um pequeno lampião, distante de qualquer tipo de civilização, com uma trilha sonora peculiar misturando o blues clássico e um pouco de rock questionador. Um pouco de café com vodka, cigarros fortes e algum livro pouco esperançoso. Você chega, visualiza a cena e me pergunta o por quê. A única coisa que posso lhe responder, eu não sei, mas é como me sinto todos os dias e como sei que finge não sentir.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

A chuva

Os raios não me assustam tanto quanto o tempo que tenho que esperar. A chuva me trás lembranças do tempo que demorou tanto a passar. A brisa que vem me mostra um pouco mais do que posse ser, me faz acreditar que ainda posso aguentar e viver. Depois de tanto esperar não valeria a pena desistir agora, que em vez de anos, são meses apenas para o início de uma nova história. Deitada na grama, mirando as estrelas, a chuva que para me traz incertezas. Então vem o vento e as nuvens se vão, a lua me olha e acredito então.















http://thaisudano.tumblr.com/

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Loucura linear

Às vezes não sabemos distinguir algo simples do mais complicado, ou pelo menos conseguimos transformar um em outro com um pequeno questionamento aleatório que nos vem sem por quê. Sei que não estou escrevendo só por mim, afinal a arte de se perguntar sobre tudo e todos é natural do ser humano. Entretanto é o que mais nos faz enlouquecer.

O mais curioso é o momento em que estas perguntas decidem aparecer. Não é quando estamos no fundo do poço, pois elas às vezes são o motivo para chegarmos lá. Não é quando algo de errado acontece, pois elas às vezes nos fazem cometer os erros. Os momentos mais felizes, mais proveitosos nos fazem pensar. Os lugares mais bonitos, os acontecimentos mais repentinos. São eles que nos levam a refletir, nos fazem duvidar, por sabermos que quase ninguém chega lá.

A loucura pode ser a próxima ou a sabedoria linear. Entretanto como na maioria das vezes não estamos preparados para tais revelações, este é o ponto que nos faz afundar.

Por isso e mais um pouco creio que boa parte da sociedade não chega nem perto de começar a pensar, afinal, se dizem pessoas felizes mesmo com tudo que está a lhes rodear.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Gritos de angústia

Grita com se fosse algo melhorar, não adianta, nada vai mudar. Só ele não adianta sonhar, assim como ele, outros também aguentam essa angústia e deixam passar. Vai ao extremo e logo cai, acredita, se prepara, mas aos poucos se distrai. O ciclo infinito passa pelas gerações, simula melhorar, parece um passo a frente, mas volta a estagnar. A crença se vai e outros param mais tarde e voltam a pensar. No geral, nada sai do lugar.










http://thaisudano.tumblr.com/

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

O tempo

O tempo que nos leva a crer que temos alguma chance de ser algo. O tempo nos faz perceber também que isso tudo leva a nada e a tudo. Ele parece confuso, incerto, não sabe nos dizer se vamos ou paramos, se sentimos ou vivemos, se amamos ou conhecemos. Nem tudo é explicado. A verdade é, nada realmente significa algo, mas no momento devido parece significar o mundo.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Algum dia

Venero aquele dia em que a solidão se instala e a depressão presente me trás à mente tudo aquilo que tento não pensar. Cada dia parece sem fim, nenhuma conclusão vem até mim. Quanto mais às procuro, menos sentido parecem fazer, quanto menos descanso, mais pareço ter que correr.
As melodias mais simples, as poesias mais tristes, as descobertas mais banais, são as que mais pedem explicação, que talvez menos precisem de uma objetiva descrição. Não estou pedindo a certeza sobre tudo, mas suplicando paz por um segundo.