segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Respostas à procurar

Sorrisos, gargalhadas, carinhos, demonstram algo que à tempos nem sei. Me perco na multidão, me vejo solitário no meio de tantos à minha volta que nem sonham que alguém como eu sobrevive por entre suas vidas tão remotas.

Vou e volto, sangrando por dentro, perdida em um centro de emoções inigualáveis e indiscritíveis. Ouço, sinto, vejo, mas não chego perto de entender o que estão pensando ou ao menos o que eu devo fazer agora.

Me pergunto então, em meio a tanta confusão, o que realmente estamos à procura? O que especificamente eu devo fazer ou procurar? Não tente encontrar a resposta, nunca a terá.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Well, I think it's easy to understand, and that is not some other try. I'm gonna show you how to drive, drive alone your own life. Believe in this, I swear it's true, there is anybody to help you go through. You need to learn about living real, 'cause the bad calls you and seems to be a wonderful feel. It's always near and always there. You just need to beware.


Caring feelings. Think about.

xoxo Thai Sudano

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Resumindo? Tenho medo da solidão, me envolvo com muitas pessoas, não tenho certeza sobre o que sinto por nenhuma, acabo não me comprometendo com nenhuma. Me sinto vazia, excrota e sempre termino sozinha escrevendo com meu cigarro e conhaque ao lado, ou apenas um remédio, sem encontrar uma solução. No dia seguinte tudo volta ao normal, e continuo a mesma. Creio ser a nova encarnação de Charles Bukowski, muito prazer.

Sessão terapêutica online.

xoxo Thai Sudano

domingo, 29 de agosto de 2010

Calabouços inventados

Acorda meio tonto, com uma dor indescritível percorrendo suas juntas. Sente-se cansado e não lembra onde está. Olha em volta, tudo se mantém embaçado. Seus braços e pernas não podem se mecher, sente-se preso por algum tipo de corrente.
Aos poucos reconhece paredes, pensa estar pendurado em uma delas, vê grades na janela, parece um calabouço bem iluminado. Mas não.
Está suando, começa a ficar nervoso, tenta se soltar. Seu corpo começa a tremer, um barulho alucinante mantém um certo rítmo, que aos poucos fica mais rápido. Vai perdendo o controle de seu corpo, repara algo em sua veia, olha para cima, um fio vai até ele.
Alguém entra na sala.
-Está na hora do remédio.





-Ok. Me traí. Não sei quanto isso vai durar. Mas agora lerão em inglês e português.

xoxo Thai Sudano

segunda-feira, 26 de julho de 2010

The time

Minds on fire, Lights in my face
Trying to beware about anyone in anyplace
Even who I know I can trust
Nothing can prove that they really does

What they say, what they meant to
What I'm suppose to believe
What everyone tells me to do

Now it's the time to do
What I believe it's true
What I believe is making me what I am
Or what I want to

My line is not already painted
Now it's time for me to create

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Homens de branco, de novo não

O vento sopra e no choque com as árvores pode-se ouvir um assobio tão agudo e macabro qua faria qualquer um tremer todos os ossos. No meio do nada ele só consegue ver um pequeno botequim, clareado por poucos lampeões e aquecido por uma única lareira. Se vê pela quantidade desprezível de fumaça que sai da chaminé. Não tinha escolha, não tinha para onde ir, quem procurar, e não demoraria muito para começar a chover. Não estava perdido, mas era só o que conseguia sentir. Andou em passos rápidos, como se algo o perseguisse, podia até ser, mas não havia nada em volta. Com um ranger irritante abre a porta desesperado. Não há muita gente ali, e nem viraram para ver quem é que está fazendo tanto barulho, parecia ser normal. Um velho com cabelos grisalhos e muitas manchas na pele serve ao balcão, 2 pessoas mais estão ali sentadas, um homem mal vestido e mau humorado um pouco acima do peso e com um copo de rum, e um outro que lhe pareceu familiar, de olhos verdes, cabelos castanhos e vendo a velha TV. Senta no balcão, pede seu whisky duplo, um camel e reconhece o tal. Era um colega meio estranho, que encontrava às vezes e também costumava lhe visitar. Começaram a conversar, já fazia um mês que não se viam, queriam também saber porque estavam naquele lugar. Ele repara que agora sim os olhares do balconista e do rabugento o encaram como se tentassem entender algo, ignora e pergunta ao amigo se lembra da última vez que se viram, parece que algo se apagou de sua mente. Ele diz que foi uma visita que lhe fez em casa, mas no último mês havia sumido. Tenta lembrar aonde estava e porque foi parar aí como um fugitivo sem rumo. De repente a porta se abre em um estrondo, 3 homens de branco entram com seringas na mão, o amigo dá um sorrisinho para ele, ele olha para os homens sem reação, vira de novo, o amigo sumiu. O agarram como um animal, sente uma picada, aos poucos sente-se mole, de repente a escuridão.


-Agradeçam minha inspiração em português. RARO.


xoxo Thai Sudano

domingo, 13 de junho de 2010

Empty

Something in the way, nothing in my day. I'm feeling nothing, I'm feeling everything, I don't care about you, I don't care about anything. Seems like nothing is worth, and I'm loosing my flush. Nothing makes me smile, nothing makes me cry, everything seems like the same all the time. I wanna smile, I wanna cry, I don't know nothing, and it's all the time. Something that's reality, I'm empty.

xoxo Thai Sudano